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quarta-feira, 17 de março de 2010

Um dia Nicola #1



Adoro os pacotes de açúcar Nicola. Sempre que vou a um café e vejo estes pacotes (o que vai sendo mais raro), tenho de espreitar a ver se encontro algum que ainda não conheça.
Este é um dos que guardo na minha carteira...porque sim, porque há frases que mexem mais connosco do que outras.
E hoje deram-me um lindo, lindo...depois tiro foto para mostrar.

sábado, 6 de fevereiro de 2010

Medicinas alternativas...Sim, nunca, talvez?



Depois de uma visita ao homeopata...a rubrica "ADS" estava mesmo a pedir um anúncio deste género :-D

E qual a vossa opinião sobre medicinas alternativas? Já experimentaram, acham que é só para gente dita também "alternativa" que apenas come plantas, pratica ioga e vive num planeta zen? :-)
É uma charlatanice e o que é bom mesmo é fazer exames e tratamentos convencionais, mesmo que não resolvam ou identifiquem o problema?

Por último, acham que o corpo deve ser tratado à base de químicos ou é um elemento da natureza e como tal esta ainda tem algo a dizer sobre o equilíbrio e o funcionamento do organismo?

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

De pé ou sentado? :-)



37 anos...foram precisos 37 anos para descobrir que um dia irei morrer na ignorância de factos tão interessantes/importantes como este...

Há uns tempos atrás, estávamos nós a trabalhar afincadamente no escritório (cof cof) quando surge o tema do chichizinho, mais propriamente das técnicas de contorcionismo usadas por nós mulheres nas casas de banho públicas (imaginem portas que não fecham, ausência de puxador para pendurar mala/carteira e o agachamento que se revela então necessário para aliviar necessidades prementes sem deixar cair as calças, a mala, sem encostar as nossas delicadas “nalguinhas” na bendita sanita, tendo ainda de segurar a porta para evitar que uma estranha, igualmente aflita, irrompa por ali dentro no preciso momento em que um sorriso de alívio ameaça aparecer no nosso rosto...)
E nisto, qual não é o meu espanto, sim espanto (ainda estou de olhos esbugalhados!), quando me dizem que os homens também fazem sentados e mais, de que é uma questão de higiene, cultural (pelos vistos, mais comum em alguns países do que noutros) e até representativa de um estrato social mais elevado.
Ora, confesso que não fiquei nada "convencida” com este cenário, e ainda hoje, tal como na altura, vem-me automaticamente à cabeça a famosa frase "Homem que é homem, mija de pé!" hi hi
Por isso meninos, por favor, satisfaçam a curiosidade desta humilde rapariga: terei vivido realmente uma vida assim tão “obtusa”, “ignorante” e esta prática até é bastante difundida entre os homens portugueses ou – tal como eu pensava – a maioria recorre à posição vertical?
Confesso que, sendo a minha família oriunda duma aldeia do concelho de Ourém, em pleno Ribatejo, dificilmente imagino algum ilustre “macho” daquela zona (*assobio*), a sentar o “bufufo” na sanita para mudar a água às azeitonas...mas pronto, até há poucos dias, nem sonhava que tal acontecia, por isso, elucidem esta pobre criatura...

De pé ou sentados?
Sondem os vossos amigos se puderem :-)

Aceitam-se respostas anónimas...

sexta-feira, 22 de maio de 2009

É nestas horas que ouço TIC TAC, TIC TAC...



Há lá coisa mais bonita e universal do que a gargalhada dum bebé?
As saudades que eu tenho destas gargalhadas que a Rita dava...eram iguaizinhas :-)

quinta-feira, 30 de abril de 2009

À Lagardère...

A minha amiga Sandra colocou-me hoje uma dúvida de francês que me obrigou a fazer alguma pesquisa.
Como se escreve correctamente a expressão “à la gardere” em francês?
Na verdade, eu nem me tinha apercebido que esta expressão que ouço de vez em quando e que sempre vi escrita assim é de origem francesa, pois o termo “gardere” não existe em francês, lol.

A expressão correcta é “à Lagardère”, ou seja, “à maneira de Lagardère”.

Lagardère era o herói da obra de Paul Féval intitulada Le Bossu (O Corcunda) e publicada em França em 1858. Era um cavaleiro destemido que dedicou parte da sua vida a vingar a morte do seu amigo, o Duque de Nevers, assassinado pelo Conde de Gonzague.

A expressão é utilizada quando alguém faz algo com atrevimento, ousadia ou coragem, mas sem medir bem as consequências para si próprio.

Merci mon amie … Estou sempre a aprender contigo ;-)

quarta-feira, 15 de abril de 2009

I dreamed a dream


Susan Boyle - Singer - Britains Got Talent 2009
http://www.youtube.com/watch?v=9lp0IWv8QZY

Assistam a este vídeo no Youtube, não é playback...fiquei toda arrepiada e de lagrimita no olho.

Há muito que não me comovia assim com um vídeo. Obrigada preguinhas por me mandares o link.
Foi bom ver que nunca é tarde para concretizar os sonhos e para encontrar ou até mesmo reencontrar a felicidade. Essa dose de optimismo, ainda que alheia, faz sempre bem à alma.

I dreamed a dream é um tema tirado do musical Les Misérables que se baseia na obra de Victor Hugo. Foi um livro que marcou a minha infância...uma história algo pesadota e marcante para a minha idade, na época.

Este vídeo deixou-me com vontade de o reler...

Ao contrário do que o vídeo transmite, a letra da música é pesadota e tristonha, como o livro...

I dreamed a dream

There was a time when men were kind
When their voices were soft
And their words inviting.
There was a time when love was blind
And the world was a song
And the song was exciting.
There was a time ... then it all went wrong

I dreamed a dream in time gone by
When hopes were high and life worth living,
I dreamed that love would never die
I dreamed that God would be forgiving.
The I was young and unafraid,
When dreams were made and used and wasted.
There was no ransom to be payed,
No song unsung, no wine untasted.

But the tigers come at night,
With their voices soft as thunder,
As they tear your hope apart
As they turn your dreams to shame

He slept a summer by my side.
He filled my days with endless wonder,
He took my childhood in his stride,
But he was gone when autumn came.

And still I dreamed he'd come to me
And we would live the years together,
But there are dreams that cannot be
And there are storms we cannot weather.

I had a dream my life would be
So different from this hell I'm living
So different now from what it seemed
Now life has killed the dream I dreamed.

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Chandeleur, dia de crepes em França e não só!


2 de Fevereiro é a Chandeleur, uma festa francesa também conhecida por Fête des chandelles (festa das candeias) e que, como o nome indica, está ligada à luz. Era originalmente uma festa pagã em honra do deus Pã: os romanos percorriam as ruas de Roma, agitando archotes.
Em 472, o papa Gelásio I cristianizou o velho ritual pagão, substituindo-o pela festa da Purificação. Esta data, que ocorre 40 dias depois do Natal, celebrava a apresentação de Jesus ao templo, mas só a partir de 1372 foi oficialmente associada à purificação da Virgem.

E agora o verdadeiro motivo que originou este post…
Em França, é ainda típico, neste dia, convidar amigos e familiares para comer CREPES recheados com açúcar, canela ou, para os mais gulosos, com chocolate e todo o tipo de compotas...
Sobre os crepes, diz-se que a sua forma e a sua cor evocam o Sol que regressa, finalmente, após uma longa e fria noite de Inverno.
Há várias teorias sobre a origem da tradição dos crepes:
Conta-se que o papa Gelásio I distribuía crepes aos peregrinos que chegavam a Roma, mas esta tradição está também associada a um mito muito antigo segundo o qual quem não comesse crepes neste dia, arruinava a sua colheita de trigo nesse ano. Aliás, existe outro costume antigo associado à confecção dos crepes: o da moeda de ouro. Os camponeses faziam saltar o primeiro crepe com a mão direita, segurando uma moeda de ouro na mão esquerda. Em seguida, a moeda era enrolada no crepe, antes de ser levada em procissão, por toda a família, até ao quarto onde era guardado em cima do guarda-fatos, até ao ano seguinte. Nessa altura, recuperava-se os restos do crepe e a moeda era dada ao primeiro pobre que encontrassem. Ao cumprir este ritual, a família garantia a sua própria prosperidade para todo o ano.

Este costume de segurar uma moeda na mão esquerda, fazendo saltar o crepe com a mão direita, é ainda mantido hoje em dia. Confesso que não uso moeda nem faço saltar o crepe, pois sou apologista de pouca gordura e viro os crepes com a ajuda de uma espátula ou “à la patte”.
Por isso, se, cá em casa, a prosperidade dependesse da moedinha e da arte de lançar crepes ao ar, estávamos bem aviados…lol.
Mas de resto, sou cumpridora e até uma grande devota do dia da Chandeleur...tenho na cozinha um prato cheio de crepes ainda morninhos a comprová-lo! Diria até, modéstia à parte, que os crepes são a minha especialidade e o meu vício... o meu acompanhamento predilecto é gelado e molho de chocolate quente, acabadinho de fazer...uma experiência orgástica que os meus convidados também costumam apreciar...com direito a chantilly e tudo!

Mais uma informação interessante sobre o 2 de Fevereiro: segundo um ditado popular, o tempo neste dia indica o fim do Inverno: se o dia estiver enublado, a Primavera será precoce. Em contrapartida, se estiver um lindo dia de sol, o Inverno durará mais seis semanas.
Se isso for verdade, com a chuvinha que nos abençoou hoje e nos últimos dias…podemos contar com a Primavera já no próximo fim-de-semana!!!

Para terminar, quero dedicar este post a três pessoas especiais: ao Papin e ao seu filhote, o João Guilherme que faz hoje 4 anos, e à Sofia, o meu bichinho, que faz um pouco mais ;-)

Um grande beijinho de Parabéns aos 3!

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

Ken Lee...Obrigatório sorrir!



Mais do que uma anedota, um mail lúdico ou coisas afins, este vídeo consegue sempre fazer-me sorrir, por isso, decidi partilhá-lo com quem não tenha ainda visto esta preciosidade no Youtube.

Poucos de vós saberão (dêem graças por isso) que, em tempos, também me prestei a estas figurinhas …e a verdade é que o resultado não foi muito melhor (lol).
Esse vídeo, testemunha de um passado algo vergonhoso, está religiosamente guardado e foi mostrado a um número limitado de pessoas que juraram nunca relevar o seu conteúdo, sob pena de pagarem com a própria vida!
Sim, não esperem vir a encontrá-lo um dia no Youtube!!!

quinta-feira, 10 de julho de 2008

"Românticos" por Pedro Mexia


Este post foi colocado pelo Pedro Mexia no seu blog Estado Civil em 17/06/08.
Obrigada Rui por me dares a conhecer este blog...tinhas razão, gosto muito.


"O «romantismo» tem uma estranha conotação «feminina». Talvez noutros tempos isso fizesse sentido, por causa do gigantesco universo das leitoras de romances. Hoje, numa grande cidade, as mulheres são gélidas. Acima de determinada «classe social», nenhuma mulher se aventura em arroubos sentimentais. Em compensação, conheço dúzias de homens perdidamente românticos, miseráveis, fungantes, tremendistas, encostados à parede com Yeats e bebidas espirituosas.


Fiquei reconfortado quando encontrei a mesma experiência (com sotaque irlandês) em Monster (2004), espectáculo ao vivo do impagável Dylan Moran (Black Books):


«Não quero fazer grandes generalizações sobre as mulheres. Não estou aqui para isso. Acho de mau gosto. Só digo isto: elas não têm sentimentos.


Porque na verdade os homens é que são românticos. Os homens é que dizem coisas como:"Conheci uma pessoa. Ela é fantástica. Se eu não fico com ela, estou fodido. Não aguento mais. A sério. Ela transformou completamente a minha vida. Tenho um emprego, uma casa; e tudo isso já não vale nada. Não aguento mais. Tenho que estar com ela. Porque senão acabo entrevado, alcoólico e com umas calças piolhosas. E nunca mais saio à rua".


Ora isto é o que as mulheres dizem sobre sapatos».


Logo agora que começava a perder a esperança...surge este post. Obrigada Pedro!
Números de telefone, não há??? :-)
A propósito, eu li esses romances, uma quantidade infindável deles...e acredito que ainda haja por aí muitas mulheres como eu...e nós somos tudo, menos gélidas...